A Madre Paulina agora é a Santa Paulina. Nascida na Itália, mas chegada ainda muito jovem ao Brasil, começou sua trajetória em Santa Catarina, onde fundou sua congregação, junto com algumas companheiras. Mas passou a maior parte de seus anos no Estado de São Paulo, onde veio a falecer.
Interessante o dia a ela designado, para ser comemorado pela Igreja. É nove de julho, feriado em todo o Estado de São Paulo, por lembrar a "revolução constitucionalista", que empenhou de modo especial o Estado de São Paulo.
Desta maneira, na terra de Santa Paulina, a sua data agora é sempre celebrada em clima de feriado, lembrando a história do Estado e da cidade de São Paulo.
Na verdade, a celebração de Santa Paulina neste feriado de poucas convicções acaba mostrando que a fé acrescenta motivações consistentes à nossa vida e à nossa história. Assim de novo se comprova que a fé não vem disputar espaço com razão, a Igreja não compete com o Estado, a religião não compromete a coerência da vida humana. Ao contrário, as duas dimensões se complementam e se enriquecem mutuamente.
Podemos celebrar o feriado de São Paulo, lembrando o testemunho de caridade da Santa Madre Paulina. Até para nos incentivar a imitar o seu exemplo.